fbpx Novembro de 2016, Taió um celeireiro de craques
28
outubro 2020
       

Novembro de 2016, Taió um celeireiro de craques -“Meninos eu vi”.

O ano era 2016, o mês era novembro, o dia? Para ser bem exato era o fim de uma tarde e o início de uma noite marcante de sábado, 19 de Novembro, no pequeno e aconchegante município de Taió. E foi lá, no Ginásio Vital Valentini, que testemunhei uma geração de craques mirins – Os meninos que vi!

“Meninos eu vi”, era o famoso bordão que foi usado durante muito tempo e figurou nos lábios dos brasileiros, próximo do fim da década de 80 e início da de 90.

O famoso bordão era impetrado por Juca Pirama, um radialista, personagem que foi interpretado pelo ator Luiz Gustavo, na novela “O Salvador da Pátria”.

Mas para relembrar essa história, a qual presenciei em 2016, não posso me dar ao luxo de ficar só anexado ao bordão do personagem de uma dramaturgia. Porém, quero pedi licença para adaptá-lo, e, assim, reescrevê-lo, editá-lo, para pode contar sobre “os meninos que vi”, naquele novembro de 2016.

Sim, “os meninos que vi”. àqueles eram os garotos taioenses da categoria sub – 9 do time de futebol de salão do CME -Taió. àquelas crianças eram verdadeiras promessas para o bom andamento e evolução futebol brasileiro.

E àqueles meninos que vi entrar em quadra, no findar da tarde daquele sábado, praticaram um futebol arte, jogaram com garra, determinação e afinco, e muita disciplina técnica.

Em Novembro, os meninos eram o point certo de Taió

Novembro de 2016, Taió um celeireiro de craques -"Meninos eu vi".
Foto que registrei no dia da semifinal – A esquerda da telá Técnico Jonas e Pedro Cé – diretor de esporte, a direita.

Para um município tão pequeno, onde as atrações eram minimas, assistir aquelas crianças era o grande point da região. Ao menos, eu encarava por essa ótica.

Àquelas crianças, no decorrer daquele campeonato, elas foram responsáveis por boa parte da divulgação do nome “Taió”, por boa parte de Santa Catarina. Os meninos que, na época, tinham entre oito e nove anos, engrandeceram e honraram de maneira ímpar, no meio esportivo, o nome do pequeno, mas ao mesmo tempo “grande”, município de Taió.

Os meninos que vi naquela tarde, eram treinados pelo obstinado técnico Jonas Felizari, que mais uma vez, por meio de um trabalho dedicado e comprometido, levava o CME-Taió para mais uma decisão.

Taió, Safra de meninos bons de Bola

Eu não tinha dúvidas de que os torcedores do CME – Taió iram lotar o Ginásio

Além do Sub-9, Felizari também era responsável por uma outra safra de uma molecada boa de bola. Só que esses, eram da categoria sub-11 e 13!

Que, pasmem, também já estavam na final da competição e o primeiro jogo da decisão seria disputado no Ginásio Vital Valentini. Ou seja, a casa do CME-Taió.

E lembram quando mencionei que assistir os meninos era um point certo? Então, aquela temporada, foi uma temporada de dupla atração para os taioenses e amantes do bom futsal.

Eu não tinha dúvidas de que os torcedores do CME – Taió iram lotar o Ginásio. A torcida taioense ia abarrotar o Vital, eles iam ocupar todos os espaços possíveis para empurrar e ajudar os meninos a chegarem ao lugar mais alto do pódio.

Pais, mães, irmãos, tios, tias, sobrinhos, sobrinhas, amigos, amigas e munícipes em geral, iam entoar o poderoso coro que era cantado nas arquibancadas do Valentini: “Taió, Taió” e as palmas marcando o compasso – plaf plaf – “Taió, Taió”…

“Cé, isso é emocionante….”

“Nunca vi nada igual”.

Uma vez cheguei a comentar com o meu amigo Pedro Cé, que era diretor de esportes na ocasião, “Cé, isso é emocionante! Olha essa gente, ouça-os cantando…”, e ele respondeu: “Isso é de arrepiar meu amigo, nunca vi nada igual”.

Os garotos de Taió foram motivo de inspiração e orgulho para outros meninos que viriam após eles. Eu só sei que, aquelas crianças também faziam parte de uma esperança e de construções sonhos, que poderiam vir ser realizar num futuro não muito distante.

Eu gostaria muito, sinceramente, gostaria muito de saber como estão aqueles meninos hoje. Desde que saí de Taió, em Janeiro de 2017, nunca mais tive contato, nem com o competente e amigo técnico Jonas e nem com o meu amigo querido Pedro Cé.

Ah, sobre as finais? Sim, foram jogadas no sábado com início às 14h30, Ginásio Vital Valentini. Ah, você quer saber se eles foram campeões?

Meu amigo, essa é uma outra história que conto outro dia!

Até o próximo encontro….

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